Todo Poderoso
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Leveza: lições que podemos aprender com o filme Todo Poderoso

Colunas, Notícia

A vida está sempre nos pregando peças, como seres humanos vez ou outra achamos que podemos ter algo melhor, quem sabe dar uma guinada na vida profissional e ver a vida sob outra óptica, talvez ser mais leve.

 

Hoje, feriadão, que tal curtir um descanso com leveza? A sugestão é ligar a Netflix e rememorar um clássico de 2003, o filme Todo Poderoso. Um brinde com biscoito gigante e leite, assim, começa a narrativa que, aparentemente, é mais uma comédia romântica, mas tem muito mais para descobrirmos em segundo plano.

Bruce Nolan (interpretado por Jim Carrey) vive uma típica crise de meia idade, carregada de reclamações, ensejos de mudanças e a cegueira para as conquistas. Uma vida tranquila e uma carreira bem sucedida não são mais suficientes para o protagonista, ele precisa de mais, quer uma promoção no trabalho (ser o âncora do jornal mais importante da cidade de Buffalo), para se realizar profissionalmente e pessoalmente, o que o personagem não consegue ver é que já tem o que precisa.

 

Há tantas pessoas conhecidas que parecem sempre insatisfeitas, nós mesmos em determinados dias estamos assim. Porém, a grande virada para Nolan ocorre quando ele reclama de Deus. Não reclame de Deus, ele pode te dar uma boa lição.

O todo poderoso (Morgan Freeman) surge com uma proposta irrecusável, Ele precisa tirar férias e o escolhido para ocupar o cargo mais importante de todos é Nolan. Nolan, a princípio, só vê vantagens, mas logo descobrirá que não é uma tarefa tão fácil, afinal, é preciso lidar com os desejos e angústias de outras pessoas, não interferir no livre arbítrio e não compartilhar o grande segredo.

Usa os novos poderes para conquistar a tão sonhada profissão, contudo esquece da máxima “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”, acaba negligenciando seu relacionamento com Grace (interpretado por Jennifer Aniston), e transforma a cidade de Buffalo em um verdadeiro caos: milhares ganham na loteria, meteoritos caem na cidade. O foco da narrativa muda, passa a ser a reorganização da cidade, a reconquista da antiga vida, da mulher que ama (espere por mais confusões). É um olhar para si mesmo, para as coisas que são de fato importantes.

 

No cotidiano podemos encontrar leveza e inspiração, inclusive, para tentar contornar alguma encrenca em que nos metamos. Bruce olha para si e, principalmente, para Grace, assim, redescobre o caminho da felicidade.

Enxergar o que está diante de nossos olhos não é tarefa simples, tampouco fácil, muitas vezes precisamos que nossas vidas virem de cabeça para baixo, para aprendermos uma lição ou várias. Não precisamos obrigatoriamente ter os poderes de Deus (seria bom, né?), mas percebermos que a vida pode ser leve como uma comédia, ou como um feriadão em plena quinta-feira (quem sabe podemos enforcar a sexta).

O que você pode fazer, hoje, para que isso ocorra? Precisa de um milagre, como Nolan precisou? Quer ver um milagre? Seja um milagre.

Desde quando as pessoas sabem o que querem? Talvez, você já tenha seu milagre. Aproveite a leveza de um dia.

 

“E é isso que a vida tem de melhor”

(Bruce Nolan)

 

Por Tálita Borges

 









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