Malévola: o Yin-Yang dos contos de fadas
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Malévola: o Yin-Yang dos contos de fadas

Colunas, Notícia

“A direção está no coração. O amor cura tudo”. (Malévola: a dona do mal, 2019)

 

Provavelmente alguém já lhe falou que não é possível viver só dias bons na terra, mas também que há os maus dias. E é justamente sobre dicotomias que este texto trata, bem e mal, bom e mau, escuro e claro, entre outras posições, oposições, contradições que Malévola 2 carrega consigo. Mas antes de falar sobre um dos filmes da Disney mais esperados para este ano, vamos falar sobre Yin e Yang.

Mas o que é Yin e Yang? De acordo com o taoismo, há uma dualidade sobre as coisas e fenômenos que ocorrem no universo. Segundo essa teoria, a dualidade existente nas coisas representa forças/ energias que são essencialmente opostas, mas que ao mesmo tempo são complementares, como, o imã, por exemplo.

Em Malévola 2, a dualidade é gritante, no cenário, no figurino, nas ideologias etc. Malévola (Angelina Jolie) não é mais aquele ser mau que só usa cor preta, agora ela é moderna, antenada na moda, usa tons terrosos, menos sombrios, usa até um belo vestido preto com mangas angelicais brancas. Neste sentido, o yin concentra tudo aquilo que é da noite, seus símbolos, a lua, a reflexão, a passividade, enquanto o yang concentra tudo que é relativo ao dia, o sol, a luz, a ação.

Para além do pretinho nada básico de Malévola

Malévola: o Yin-Yang dos contos de fadas

É notório que os olhos dos fãs de Malévola brilham a cada novo look que a diva do “mal” usa. Bem imponente, os pretinhos nada básicos dela chamam atenção, sem falar no seu famoso batom vermelho. Se o figurino chamou bastante atenção e agradou os fãs, já outras coisas como o desenrolar dos fatos para alguns não foi tão emocionante assim.

A trama que envolve o casamento de Aurora com um príncipe de um reino “inimigo” é marcada por diversas traições, estratégias maquiavélicas, falsas expectativas. E é nesse clima que as dualidades coexistem. Aurora muda de lado. Malévola conhece outros de sua espécie, descobre lugares e paisagens fantásticas, renasce como fênix, e mostra seu lado mau de verdade. Mas será que esse lado mau dela foi tão mau assim?

“Achei que tivesse perdido você”. Essa frase e muitas outras do filme com tom de sentimentalismo e amor dão o tom do filme. E como a maioria dos contos de fadas, “a dona do mal” não é tão mau assim, por baixo de suas roupas pretas paira um coração do bem, cheio de cuidado, amor e atenção pelos seus. E mesmo na batalha final, a mãe de Aurora ainda demonstra misericórdia com a vilã interpretada por outra diva master do cinema, Michelle Pfeiffer, transformando-a em uma cabrita branca, símbolo de pureza.

“Achei que tivesse perdido você”

Enfim, a continuação do filme é mais uma tentativa de trazer a dicotomia que existe dentro do ser humano, a batalha entre o bem e o mau. Numa cena final que mais lembra a batalha final da mãe dos dragões com seu dragão majestoso queimando a bela cidade da rainha Lannister, Malévola tal como uma fênix negra mostra que “o amor cura tudo”.

 

Prontos para Malévola 3?

 

 

Por Michele Souza

 

 


Veja Mais sobre Malévola:

  • Saiba mais sobre o filme Malévola: dona do mal. Clique aqui!

 

 


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