Predadores Assassinos – Sangue, mordidas e tensão!
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Predadores Assassinos – Sangue, mordidas e tensão!

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Predadores Assassinos – Sangue, mordidas e tensão!

Quando um terrível furacão assola uma pequena cidade na Flórida, Haley (Kaya Scodelario) resolve fazer o caminho inverso da evacuação pela tragédia, e vai atrás do pai (Barry Pepper) que ela acredita ter ficado para trás. Ao encontrá-lo gravemente ferido no porão da casa eles vão ter que lidar com as intempéries climáticas e a presença de alguns visitantes inusitados que irão tentar de tudo para fazer deles a próxima refeição.

Predadores Assassinos – Sangue, mordidas e tensão!
Melhor tentar outra rota de fuga.

Predadores assassinos já chama atenção pelo título, que pelo intento visa atrair a morbidez daqueles que adoram um terror com mortes, dilacerações e sustos infindáveis. E nesse ponto ele acerta em cheio, embora o gênero não seja para mim tão atrativo, acredito que para a grande maioria foi uma boa experiência. Não há nada de novo, roteiro simplório, enredo desgastado, altas doses de sustos e uma boa edição de som e montagem, que se apoia em um CGI de boa qualidade. Contudo a história não acompanha a qualidade técnica da produção, toda a locação e riqueza de detalhes do cenário, que de verdade me surpreendeu, criando um ambiente hostil, claustrofóbico, em especial a ambientação aliada a um fenômeno atmosférico em curso, mostra que o estúdio não economizou em criar um ambiente que realmente retratasse uma tragédia de grandes proporções, mas infelizmente o filme fica mesmo só nisso.

Predadores Assassinos – Sangue, mordidas e tensão!
Com um texto cansativo e abarrotado de frases de efeito, o drama familiar é enfadonhamente explorado em meio à tragédia.

O roteiro abusa dos clichês, um compilado de decisões bobas, figurantes incautos e ingênuos demais, causam um cansaço visual na trama, não bastasse ainda temos aqui animais (crocodilos) com um QI elevadíssimo o que dificulta bastante a vida dos personagens, e não satisfeitos os roteiristas ainda encontraram espaço no enredo para tratar de conflitos familiares entre Haley e o pai Dave, problemáticas que definitivamente não caberiam ser discutidas em um cenário como aquele. A medida que o roteiro avança, cresce também a tensão das discussões entre os personagens o que me levou a crer que na verdade o intuito do filme não era só assustar mas suscitar o discurso da superação em meio às dificuldades e desafios, prato cheio para os coachs de plantão (fica a dica para as palestras motivacionais) e as frases de efeitos estão lá “você é capaz” “acredite em você mesma” “você é mais rápida do que eles” mais irritante impossível.

Predadores Assassinos não só pode ser considerado um filme fraco como também absurdo, eu poderia aqui elencar uma série de acontecimentos e situações que denotam tudo isso, mas prefiro dividir essas incríveis descobertas com todos vocês (assistam e comprovem) mas seria injusto se eu não pontuasse a atuação de Kaia Scodelario, que apesar de tudo segura a trama, lida bem com as situações de tensão e medo, e se mostra centrada e convincente o que eleva a sensação de desespero e insegurança, garantindo bons sustos no fim das contas.

 

Por Ricardo França

 

 

 


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