Robin Hood: a origem
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O que Robin Hood pode ensinar sobre mentoring?

Colunas, Notícia

Este não é um texto de autoajuda. E nem de mentoria. Mas o que Robin Hood: a origem (2018) pode ensinar sobre mentoring? Um mentor designa alguém que por sua sabedoria e experiência pode aconselhar bem outra pessoa. Todo mundo pode ter um mentor?

A mentoria não é sobre ausência de inteligência, é sobre potencialização dos conhecimentos, sobre aperfeiçoamento. E é justamente isso que o jovem Robin Hood (Taron Egerton), recebe uma mentoria de um veterano forjado na dor.

 

Essa história tem muito sobre mim e também sobre você, que em meio às guerras (interiores e exteriores) do dia a dia não sabe qual caminho escolher ou qual decisão tomar. O medo de errar, às vezes, grita mais alto dentro de nós. Mas para controlar e ser mais forte que qualquer dor é que o “príncipe dos ladrões” recebeu algumas sessões de mentoring de seu inimigo John (Jamie Foxx).

 

Inimigo? Como assim? Como um inimigo pode aconselhar, te ajudar e querer o seu bem?

 

Robin Hood: a origem
Robin Hood: a origem

Contém Spoiler

A equação do filme é simples. John é seu inimigo das antigas, mas no atual cenário por qual a sua querida Nottingham, ele conseguiu enxergar além da sua raiva e acreditar no potencial de Robin Loxley, para destruir o verdadeiro inimigo de sua cidade, o Xerife (Ben Mendelsohn), que aliado ao poder da igreja romana pretende roubar as minas do povo e matá-los, e exercer dominação total sobre o reino. Neste sentido, o longa-metragem mistura críticas ferrenhas contra à igreja católica e sobre o sistema econômico da época.

 

Sem mais spoiler, o filme exemplifica muito bem a dinâmica mentor-mentorado. John ajuda Robin a se superar no arco e flecha, a minimizar o delay entre um tiro de flecha e outro, a melhorar o tempo de resposta de seus movimentos, e principalmente a saber lidar com o fato de que o grande amor Marian (Eve Hewson) de Robin está agora com outro. É notório que relacionamentos amorosos não são tão simples assim de se lidar, por envolver duas personalidades com ideais, às vezes, bem distintos. A trama amorosa do filme não foge à regra e, por isso, ter um mentor para lidar com casos do coração também é muito importante.

 

O que esperar do filme

Enfim, com todo esse plano de fundo, o arquétipo de ladrão “que rouba os ricos para dar aos pobres” é sobre uma história de restituição. Restituição do nome, restituição do amor, da dignidade. E mais ainda sobre uma história de constância, de luta, de continuar, nunca desistir, e sempre se superar, e de motivação, muito bem representada por Foxx. Pois, reza a lenda que o que o seu mentor é, diz muito sobre você. Se o diretor Otto Bathurst conseguiu atingir o seu objetivo de “modernizar” a origem de Robin Hood, eu não sei, mas de que a lição de mestre-pupilo foi deixada com sucesso, eu tenho certeza.

 

Quem é o seu mentor?

 

Por Michele Souza

 

Saiba mais sobre o filme Robin Hood: a origem, clique aqui!

 


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